
Design Instrucional são projetos educacionais de origem sócio(construtivistas). No século XX, Dewey, não acreditava nos métodos tradicionais de ensino, acreditava que a educação devia estar as experiências da vida. Quando o construtivismo estava se consolidando, Bruner, afirmou que o conhecimento era um processo que se realizava através das descobertas. Ainda na mesma linha, a concepção genética-evolutiva piagetiana, que acreditava que o conhecimento ocorre na interação entre o sujeito e o objeto, em um processo de construção e reconstrução que articulam a formação das estruturas congnitivas.
Na década de 30, surge Vigotsky com a perspectiva sócioconstrutivista, a seu ver as funções psicológicas são fruto do desenvolvimento cultural e não biológico. A formação do pensamento acontece pela atividade prática, em uma linha de cooperação social. No caso, o individuo aprende em envolvimento com outras opiniões, tipos de ferramentas, no sentido de não apenas ouvir mais dialogar com diferentes pontos de vista.
Wilson afirma que o socioconstrutivismo não é uma estratégia de ensino, mas uma filosofia, um modo de ver o mundo.
O design instrucional, pode ser on-line, e com princípios Vigotsinianos, pois: a aprendizagem on-line dá acesso ao histórico do educando, o discurso mediado, uma vez que abrange as dimensões social, comunicativa e colaborativa, possibilita a interação entre novatos e veteranos, permite a aprendizagem pela prática, possibilitando a reflexão pela ação, facilitam a busca de informação, oferecem ferramentas, otimizando o desempenho e desafia os alunos a relacionar princípios e conceitos com outros conteúdos.
Perkins aconselha todos os ambientes de trabalho a ter: Bancos de Informação como livros, ensiclopedias, videoclipes entre outros; Suportes Simbólicos, ou seja, bloco de notas, processadores de texto ou ainda aplicativos; Fenomenaria, no caso, aquários, micromundos físicos, programas de simulação; Kits de Construção, legos, blocos, software...; e Gerenciador de Tarefas que são, elementos de apoio, programas de classificação, programas de instrução programada.
Correntes teóricas complementares à educação de adultos:
Dimensão Andragógica: o adulto se direciona, pela maturação orgânica, acaba tornando-se independente e autônomo, devido as suas experiências que funcionam como um importante bando de recursos delineando seus objetivos e prioridades.
Pedagogia Freireana: considera frágil apoiar uma teoria educacional em cima da maturidade cognitiva. Defende que a aprendizagem ocorre pela interação entre o objeto e o sujeito tornando a educação progressista e emancipatória. Neste sentido a tecnologia funciona como um diferencial facilitador e transformador.
Dimensão Humanista: preocupação com o ser humano intelgralmente focando a aprendizagem no aluno, sendo ele o elaborador de conhecimento, considerando, portanto a educação como um ato pessoal e experiencial, que deve ocorrer em um ambiente cooperativo, que valoriza o afeto, respeito, buscando um clima de equidade.
Acadêmicas: Grazieli Farias e Larissa Goulart da Silva Santos
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