
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
terça-feira, 30 de novembro de 2010
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Mapa Conceitual Tecnologias e as alterações no espaço e tempos de ensinar e aprender (Kenski)
Grupo2 – Leila, Andreza G. de Freitas e Simone
Data: 29/09/2010
Capítulo 2
Tecnologias e as alterações no espaço e tempos de ensinar e aprender (Kenski)
A sociedade atual adquiriu novas maneiras de viver, de trabalhar, de se organizar, de representar a realidade e de fazer educação. O espaço e tempo de ensinar eram determinados. "Ir a escola" representava um movimento, um deslocamento até à instituição designada para a tarefa de ensinar e aprender. O "tempo da escola", era considerado como o tempo diário que, tradicionalmente, o homem dedicava à sua aprendizagem sistematizada. Correspondia, também, à época, na sua história de vida, o tempo que o homem dedicava à formação escolar. As velozes transformações tecnológicas da atualidade impõem novos ritmos e dimensões à tarefa de ensinar e aprender, podendo manter uma formação sem o descolamento e horário determinado. As escolas virtuais oferecem vários tipos de ensinamentos on-line, além das inúmeras possibilidades de se estar informado, a partir das interações com todos os tipos de tecnologias. "Na atualidade, o que se desloca é a informação", diz Virilio. E desloca-se em dois sentidos: o da espacialidade física, em tempo real, sendo possível de serem acessadas através das tecnologias mediáticas de última geração. O segundo, pela sua alteração constante, transformações permanentes, sua temporalidade intensiva e fugaz. O homem vive entre diversos tipos de temporalidades. Na realidade, há uma percepção geral e intuitiva de que os múltiplos sentidos de tempo se entrecruzam na vida cotidiana.
http://www.serprofessoruniversitario.pro.br/ler.php?modulo=18&texto=1106
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Mapa Conceitual "Educação On-Line"
O Conceito de Educação pode ser entendido como o processo de desenvolvimento de um ser humano com vistas à sua integração individual e social, envolvendo aspectos humanos, técnicos, emocionais, sociopolíticos e culturais. O Conceito de ensino está relacionado a um esforço intencional e orientado de pessoas para formar ou informar os indivíduos. Didática: teoria da aprendizagem. Educação on-line é uma ação sistemática de uso de tecnologias, abrangendo hipertexto e redes de comunicação interativa, sem limitação de tempo ou lugar, sua principal característica é a mediação tecnológica pela conexão em rede. A EaD supõe separação espacial e temporal entre professor e aluno. O e-learning é quando a mediação eletrônica pode ou não incluir conexão em rede. "Edutainment" refere-se a uma forma de fazer educação que combina o entretenimento ao aprendizado. Educação on-line é um continuun de ênfazes didáticas, situações de aprendizagem e padrões de utilização das TICs, é uma educação distribuída que valoriza o processo. No modelo informacional a apresentação dos conteúdos é a principal maneira de garantir a aprendizagem.quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Mapa Conceitual - Comunidades Virtuais de Aprendizagem
Até algum tempo atrás havia espaços definidos para se aprender, hoje em dia o aprendizado está no cotidiano, no dia-a-dia, sendo conquistado por meio do conhecimento estruturado, permanentemente reconstruído. Não há certezas ou verdades definidas.
O movimento é acelerado, precisa estar em constante estado de aprendizagem, tendo cada vez mais que interagir com meios de comunicação de massa. Hoje é o saber que viaja e transforma completamente a idéia de classe ou de campus. Cada vez mais professores e alunos tornam-se consumidores da informação, que se oferece em forma de mercadoria.
Pessoas isoladas num movimento em direção ao conhecimento sabem que só o saber não basta, buscam dialogar com outros, trocar idéias, conversar,refletir, pois totalmente isolada, a pessoa sente-se irrecuperavelmente perdido.
O ciberespaço, comunidades virtuais inauguram uma nova era para a educação, por meio da conexão, que é o momento em que muitos se encontram em torno de uma mesma idéia acompanhando em lugares diferentes a mesma linha de raciocínio. Cada pessoa se conecta a muitas outras mediante sistemas digitais de funcionamento integrado (as redes) criando um espaço de encontro de compartilhamento e de invenção coletiva.
São múltiplas as formas de integração virtual:
Interação – as redes possibilitam a interação em tempo real;
Cooperação – utilização cada vez maior de trabalhos em grupos via redes;
Colaboração – por meio da criação de ambientes virtuais tecnologicamente apropriados.
Nossos espaços escolares tradicionais já não comportam as necessidades e os anseios das pessoas e da realidade contemporânea, as comunidades virtuais de aprendizagens ainda expressam situações que escapam da realidade. O maior desafio é que nestes espaços se crie cidadãos participantes, orientados pelos princípios da participação ativa do respeito das demais pessoas integradas.
Design Instrucional - Andréa Filardo

Design Instrucional são projetos educacionais de origem sócio(construtivistas). No século XX, Dewey, não acreditava nos métodos tradicionais de ensino, acreditava que a educação devia estar as experiências da vida. Quando o construtivismo estava se consolidando, Bruner, afirmou que o conhecimento era um processo que se realizava através das descobertas. Ainda na mesma linha, a concepção genética-evolutiva piagetiana, que acreditava que o conhecimento ocorre na interação entre o sujeito e o objeto, em um processo de construção e reconstrução que articulam a formação das estruturas congnitivas.
Na década de 30, surge Vigotsky com a perspectiva sócioconstrutivista, a seu ver as funções psicológicas são fruto do desenvolvimento cultural e não biológico. A formação do pensamento acontece pela atividade prática, em uma linha de cooperação social. No caso, o individuo aprende em envolvimento com outras opiniões, tipos de ferramentas, no sentido de não apenas ouvir mais dialogar com diferentes pontos de vista.
Wilson afirma que o socioconstrutivismo não é uma estratégia de ensino, mas uma filosofia, um modo de ver o mundo.
O design instrucional, pode ser on-line, e com princípios Vigotsinianos, pois: a aprendizagem on-line dá acesso ao histórico do educando, o discurso mediado, uma vez que abrange as dimensões social, comunicativa e colaborativa, possibilita a interação entre novatos e veteranos, permite a aprendizagem pela prática, possibilitando a reflexão pela ação, facilitam a busca de informação, oferecem ferramentas, otimizando o desempenho e desafia os alunos a relacionar princípios e conceitos com outros conteúdos.
Perkins aconselha todos os ambientes de trabalho a ter: Bancos de Informação como livros, ensiclopedias, videoclipes entre outros; Suportes Simbólicos, ou seja, bloco de notas, processadores de texto ou ainda aplicativos; Fenomenaria, no caso, aquários, micromundos físicos, programas de simulação; Kits de Construção, legos, blocos, software...; e Gerenciador de Tarefas que são, elementos de apoio, programas de classificação, programas de instrução programada.
Correntes teóricas complementares à educação de adultos:
Dimensão Andragógica: o adulto se direciona, pela maturação orgânica, acaba tornando-se independente e autônomo, devido as suas experiências que funcionam como um importante bando de recursos delineando seus objetivos e prioridades.
Pedagogia Freireana: considera frágil apoiar uma teoria educacional em cima da maturidade cognitiva. Defende que a aprendizagem ocorre pela interação entre o objeto e o sujeito tornando a educação progressista e emancipatória. Neste sentido a tecnologia funciona como um diferencial facilitador e transformador.
Dimensão Humanista: preocupação com o ser humano intelgralmente focando a aprendizagem no aluno, sendo ele o elaborador de conhecimento, considerando, portanto a educação como um ato pessoal e experiencial, que deve ocorrer em um ambiente cooperativo, que valoriza o afeto, respeito, buscando um clima de equidade.
Acadêmicas: Grazieli Farias e Larissa Goulart da Silva Santos
sábado, 30 de outubro de 2010
Criatividade e o processo de criação

Criatividade e Processos de CriaçãoOSTROWER, Fayga. Editora Vozes. RJ. 187p. 1977.
SINOPSE
(...)"O tema deste livro é a criatividade. O
enfoque, o ser humano criativo". Fayga Ostrower não
encara a criatividade como propriedade exclusiva de
alguns raríssimos eleitos, mas como potencial próprio da
condição de ser humano. A criatividade não é tratada
como objeto isolado, a ser estudado como se fora
compartimento estanque. Fugindo a qualquer
esquematização e simplificação, a autora a trata
enquanto elemento dentro do mais vasto contexto, sem
deixar, em nenhum momento do desenvolvimento de
sua análise, de situá-la em relação à problemática social,
econômica, política e cultural, que, sem dúvida,
obstaculiza o livre fluir da criatividade humana. É desse
modo que o livro de Fayga Ostrower acaba por se
transformar numa denúncia extraordinariamente lúcida
de tudo o que no mundo de hoje contribui, não para
construir o homem a partir do que ele traz gravado em si
de mais irreversível e essencial - a sua, repita-se,
liberdade -, mas para, ao contrário, aliená-lo dela. (...)
Pedro Paulo de Sena Madureira



quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Kenski- cap. 1 - O que são tecnologias

Tecnologia surgiu da engenhosidade humana, uma vez que ela é tão antiga quanto a espécie humana. Ela juntamente com o poder e conhecimento estão interligados em diferentes contextos Sociais e em todos os tipos de relações sociais.
O conceito de tecnologia é variável e contextual, sendo necessário para criá-lo pesquisa, planejamento e processo de criação. Sendo este compreendida como uma ferramenta, o que é difere das técnica que é o modo de fazer.
Tecnologia pode ser um meio para adaptar os mecanismos de poder entre a escola e a sociedade, definindo conhecimentos, hábitos, atitudes, valores, habilidades e identidade social.
Atualmente a tecnologia é representada por comunicação, informação e microeletronicos. Todas sendo compreendidas no campo virtual.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
INTERAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO ENSINO MEDIADO PELAS TECNOLOGIAS - Kenski
FACULDADE MUNICIPAL DE PALHOÇA
Disciplina: Educação e Tecnologia no EAD
Professora: Claudia
Acadêmicas: Tatiane
Ariana
Graziela Silva
INTERAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO ENSINO MEDIADO PELAS TECNOLOGIAS - Kenski
Os processos de interação social e de comunicação estão ligados diretamente ás atividades voltadas ao ato de ensinar, pois os mesmos oferecem através das informações nas redes, intercomunicações e troca de idéias. Sendo que a internet, vulgarmente conhecida como “rede das redes”. mais do que uma conexão entre computadores, é um espaço de interação entre pessoas conectadas, ou seja, pessoas reunidas virtualmente com os mais diferentes propósitos, inclusive o de aprender juntas.
Os ambientes digitais oferecem novos espaços e tempos de interação com a informação e a comunicação entre os mestres e aprendizes. Nesse sentido, existem vários tipos de interação e comunicação, com apoio ou não das ferramentas digitais, pois as atividades de ensino com esse nível de interação e comunicação podem ser realizadas em cursos presenciais, semipresenciais e à distância.
O avanço tecnológico ampliou, mais ainda, as possibilidades interativas nas redes. O processo de ação colaborativa no ensino pressupõe que haja circulação intensa de informações e trocas visando o alcance dos objetivos previstos.
Sendo assim, os novos processos de interações e comunicações no ensino mediado pelas tecnologias visam ir além das relações entre ensinar e aprender, formando um novo cidadão inserido em uma nova sociedade.
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Reportagem Nova Escola
Edição 223 | Junho 2009
Um guia sobre o uso de tecnologias
em sala de aula
Um painel para todas as disciplinas mostra quando - e como - as novas ferramentas são imprescindíveis para a turma avançar
Amanda Polato (Amanda Polato)
TICs, tecnologias da informação e comunicação. Cada vez mais, parece impossível imaginar a vida sem essas letrinhas. Entre os professores, a disseminação de computadores, internet, celulares, câmeras digitais, e-mails, mensagens instantâneas, banda larga e uma infinidade de engenhocas da modernidade provoca reações variadas. Qual destes sentimentos mais combina com o seu: expectativa pela chegada de novos recursos? Empolgação com as possibilidades que se abrem? Temor de que eles tomem seu lugar? Desconfiança quanto ao potencial prometido? Ou, quem sabe, uma sensação de impotência por não saber utilizá-los ou por conhecê-los menos do que os próprios alunos?
Se você se identificou com mais de uma alternativa, não se preocupe. Por ser relativamente nova, a relação entre a tecnologia e a escola ainda é bastante confusa e conflituosa. NOVA ESCOLA quer ajudar a pôr ordem na bagunça buscando respostas a duas questões cruciais. A primeira delas: quando usar a tecnologia em sala de aula? A segunda: como utilizar esses novos recursos?
Dá para responder à pergunta inicial estabelecendo, de cara, um critério: só vale levar a tecnologia para a classe se ela estiver a serviço dos conteúdos. Isso exclui, por exemplo, as apresentações em Power Point que apenas tornam as aulas mais divertidas (ou não!), os jogos de computador que só entretêm as crianças ou aqueles vídeos que simplesmente cobrem buracos de um planejamento malfeito. "Do ponto de vista do aprendizado, essas ferramentas devem colaborar para trabalhar conteúdos que muitas vezes nem poderiam ser ensinados sem elas", afirma Regina Scarpa, coordenadora pedagógica de NOVA ESCOLA.
Da soma entre tecnologia e conteúdos, nascem oportunidades de ensino - essa união caracteriza as ilustrações desta reportagem. Mas é preciso avaliar se as oportunidades são significativas. Isso acontece, por exemplo, quando as TICs cooperam para enfrentar desafios atuais, como encontrar informações na internet e se localizar em um mapa virtual. "A tecnologia tem um papel importante no desenvolvimento de habilidades para atuar no mundo de hoje", afirma Marcia Padilha Lotito, coordenadora da área de inovação educativa da Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI). Em outros casos, porém, ela é dispensável. Não faz sentido, por exemplo, ver o crescimento de uma semente numa animação se podemos ter a experiência real.
As dúvidas sobre o melhor jeito de usar as tecnologias são respondidas nas próximas páginas. Existem recomendações gerais para utilizar os recursos em sala (veja os quadros com dicas ao longo da reportagem). Mas os resultados são melhores quando é considerada a didática específica de cada área. Com o auxílio de 17 especialistas, construímos um painel com todas as disciplinas do Ensino Fundamental. Juntos, teoria, cinco casos reais e oito planos de aula (três na revista e cinco no site) ajudam a mostrar quando - e como - computadores, internet, celulares e companhia são fundamentais para aprender mais e melhor.
Nove dicas para usar bem a tecnologia
O INÍCIO Se você quer utilizar a tecnologia em sala, comece investigando o potencial das ferramentas digitais. Uma boa estratégia é apoiar-se nas experiências bem-sucedidas de colegas.
O CURRÍCULO No planejamento anual, avalie quais conteúdos são mais bem abordados com a tecnologia e quais novas aprendizagens, necessárias ao mundo de hoje, podem ser inseridas.
O FUNDAMENTAL Familiarize-se com o básico do computador e da internet. Conhecer processadores de texto, correio eletrônico e mecanismo de busca faz parte do cardápio mínimo.
O ESPECÍFICO Antes de iniciar a atividade em sala, certifique-se de que você compreende as funções elementares dos aparelhos e aplicativos que pretende usar na aula.
A AMPLIAÇÃO Para avançar no uso pedagógico das TICs, cursos como os oferecidos pelo Proinfo (programa de inclusão digital do MEC) são boas opções.
O AUTODIDATISMO A internet também ajuda na aquisição de conhecimentos técnicos. Procure os tutoriais, textos que explicam passo a passo o funcionamento de programas e recursos.
A RESPONSABILIDADE Ajude a turma a refletir sobre o conteúdo de blogs e fotologs. Debata qual o nível de exposição adequado, lembrando que cada um é responsável por aquilo que publica.
A SEGURANÇA Discutir precauções no uso da internet é essencial, sobretudo na comunicação online. Leve para a classe textos que orientem a turma para uma navegação segura.
A PARCERIA Em caso de dúvidas sobre a tecnologia, vale recorrer aos próprios alunos. A parceria não é sinal de fraqueza: dominando o saber em sua área, você seguirá respeitado pela turma.
Fontes: Adriano Canabarro Teixeira, especialista de Educação e tecnologia da UFRGS, Maria de Los Dolores Jimenez Peña, professora de Novas Tecnologias Aplicadas à Educação Da Universidade Mackenzie, e Roberta Bento, diretora da Planeta Educação.
Quer saber mais?
CONTATOS
Andrea Vieira Zinni
Cláudio Bazzoni
CE Presidente Kennedy, R. Santa Catarina, 1513, 86600-000, Rolândia, PR, tel. (43) 3256-1442
Colégio Miró, R. Cândido Portinari, 58, 40140-440, Salvador, BA, tel. (71) 3247-3022
EE Patriarca da Independência, R. Rui Barbosa, 55, 13280-000, Vinhedo, SP, tel. (19) 3876-6790
EE Professor Edsson Heráclyto Cerezer, R. Barão do Itaqui, 548, 96400-000, Bagé, RS, tel. (53) 3242-5561
Escola da Vila, R. Barroso Neto, 91, 05585-010, São Paulo, SP, tel. (11) 3726-3578
Ivone Domingues
Levon Boligian
Luciana Hubner
Marcia Padilha Lotito
Marcos Garcia Neira
Museu da Pessoa, R. Natingui, 1100, 05443-002, São Paulo, SP, tel. (11) 2144-7150
Paulo Nin Ferreira
Priscila Monteiro
Rosa Iavelberg
Silmara Maria Cruz Paiva
BIBLIOGRAFIA
Educação Hoje: "Novas" Tecnologias, Pressões e Oportunidades, Pedro Demo, 144 págs., Ed. Atlas, tel. 0800-171-944, 38 reais
Tecnologias para Transformar a Educação, Juana María Sancho e Fernando Hernández, 200 págs., Ed. Artmed, tel. 0800-703-3444, 44 reais
INTERNET
Guia sobre uso seguro da internet
Conteúdos digitais para todas as disciplinas
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
oi meninas... curso à vista!!!!


Programação
08/10 – Sexta-feira
14h – Inscrições
15h – Oficina “Libras Básica”: SIASC.
15h – Palestra com Rimar Segala – “Cultura Surda”.
17h – Cia Arte e Silêncio – Espetáculo Teatral “Mil em Um”.
18h – Solenidade de Abertura – Apresentação do Coral de Surdos da Escola Helen Keller de Caxias do Sul.
19h – Bate-pato com a escritora Sylvia Lia Grespan Neves sobre seu livro “Mãos ao Vento”.
20h – Espetáculo teatral-circense “Ethereo” com Grupo Circoloko Alucinações.
09/10 – Sábado
8h30 – Abertura: Coral de Surdos (SIASC) “Mãos que Falam”.
9h – Palestra com Marcelo Lemos: “Surdo Cidadão”. Lançamento Projeto SURDO CIDADÃO.
9h45min – Palestra com Éveli Queiroz: “Instituto Consultor Social: Respeito e Cidadania”.
10h40min – Palestra com Gustavo Vergara da Associação Nacional de Surdos do Chile com os temas:
- Conociendo Chile. (Conhecendo o Chile);
- Conociendo la Asociacion de Sordos. (Conhecendo a Associação de Surdos);
- Las personas sordas enfrentadas al terremoto. (As pessoas surdas enfrentando o terremoto).
11h – Oficina “Libras Básica”: SIASC.
12h30min – Intervalo para Almoço
13h – Oficina de Desenho “A Face do Corpo” – Ministrante: Silas Queirós.
14h – Palestra com Antônio Campos: “A História dos Surdos”.
14h – Oficina “Poesia em Libras” – Ministrante: Fernanda Machado
15h – Palestra com Alex Rudá (SIASC).
15h – Oficina “Libras Básica”: SIASC.
15h – Sessão de autógrafos com Sylvia Lia Grespan Neves, escritora do livro “Mãos ao Vento”.
16h – Palestra Fundação Catarinense – a confirmar
17h – Palestra com artista plástica Fernanda Machado: “Arte Surda”.
18h – Palestra com Tibiriçá Maineri
19h – Palestra-Demonstração: Ponto de Cultura Palavras Visíveis – (Coordenação do Grupo Moitará).
10/10 – Domingo
8h30min – Abertura – Coral de Surdos de Caxias do Sul
9h – Palestra com Andrelise Gonçalves Sperb: Professora da Escola Municipal Helen Keller e Coordenadora do Coral de Caxias do Sul e com as Diretoras das Escolas Municipal e Estadual: Maria Alice Rodrigues e Arlise Zdrojewski.
10h – Palestra com Neivaldo Zovico: “Direitos Humanos”.
10h30min – Oficina “Libras Básica”: SIASC.
11h – Palestra com artesã Clara Pedroza
12h – Encerramento com Marcelo Lemos e Éveli Queiroz
Atrações Artísticas:
Fernanda de Araújo Machado – Artista Plástica (RJ)
Sylvia Lia Grespan Neves – Escritora (SP)
Cia Arte e Silêncio – Teatro (SP)
Ponto de Cultura Palavras Visíveis – Coordenação do Grupo Moitará – Teatro (RJ)
Coral de Surdos Da Escola Helen Keller – Caxias Do Sul (RS)
Coral de Surdos – São Bento (SC)
Exposições de Arte de Artistas Surdos:
- Desenho: Retratos da Imaginação – Personagens e Lendas Brasileiras;
- Esculturas;
- Máscaras;
- Pinturas.
Oficinas:
- “A Face do Corpo” – Desenho – Ministrante: Silas Queirós
- Libras Básica – Ministrante: SIASC
- Poesia em Libras – Ministrante: Fernanda Machado
Personalidades:
- Sessão de Autógrafos com a escritora surda Sylvia Lia Grespan Neves.
- Presença de Gustavo Vergara da Associação Nacional de Surdos do Chile.
Mostra de Cinema: Durante todo o evento serão exibidos filmes sobre a surdez.
Importante: O Evento SISC é totalmente gratuito, por isso, todas as despesas de Transporte, Hospedagem e Alimentação são por conta do participante. A Organização do Evento não pagará nenhum destes custos.Equipe de Eventos – Instituto Consultor Social
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Sobre o 2º SePEAD
A Universidade Federal de Santa Catarina em parceria com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina realizará, nos dias 4 e 5 de outubro de 2010, o 2º Seminário de Pesquisa em EAD: experiências e reflexões sobre as relações entre o ensino presencial e a distância - 2º SePEAD. O evento, que acontecerá nas dependências do Centro Sócio-Econômico da UFSC, tem como público alvo todos os docentes e discentes da UFSC e do IF-SC, especialmente os que trabalham com EAD. O 2º SePEAD também será aberto à participação de pesquisadores e agentes docentes da educação a distância de modo geral de todo país.
A 2ª edição do SePEAD objetiva fomentar a discussão de um processo em andamento, que é o da utilização crescente dos ambientes virtuais de ensino e aprendizagem (Moodle) na educação presencial e, em paralelo, o envolvimento cada vez maior dos professores presenciais nos cursos a distância.
O 2º Seminário de Pesquisa em EAD terá espaço para reflexão e apresentação de experiências de duas formas: 1) mesas com convidados palestrantes; 2) exposição de pôsteres, com inscrições abertas para a participação de toda comunidade acadêmica, interna e externa à UFSC. As normas de submissão dos pôsteres podem ser encontradas no site da EAD/UFSC: http://ead.ufsc.br/submissao-de-trabalho-sepead/
Para participar, os interessados deverão inscrever-se até o dia 29 de setembro no site da EaD-UFSC e efetuar um depósito no valor de R$ 25 reais para uma das instituições de caridade sugeridas. O comprovante de depósito deverá ser entregue na Coordenadoria de EaD da UFSC, no piso térreo do prédio da pós-graduação do CSE, ou enviado por e-mail para o endereço ead@ead.ufsc.br juntamente com o nome e o CPF do participante até o dia 30 de setembro de 2010.
O 2º SEPEaD integra as atividades do Programa Anual de Capacitação Continuada da UAB (PACC2010), e é uma realização da Coordenação UAB da UFSC e do IF-SC, promovida pela UAB/CAPES, que conta com o apoio da PREG/UFSC.
PÚBLICO ALVO
Docentes e discentes da UFSC e do IF-SC, especialmente os que trabalham em EAD. O evento também é aberto à participação de pesquisadores e agentes docentes da educação a distância de modo geral de todo país.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Pier Cesare Rivoltella - Educar para Crescer
Falta cultura digital na sala de aula
Pier Cesare Rivoltella, especialista em Mídia e Educação da Universidade Católica de Milão diz que a tecnologia e seu conteúdo devem fazer parte do dia-a-dia escolar
01/03/2007 16:12
Texto
Débora Didonê
'É importante o professor organizar palestras e oficinas de produção multimídia'
O Brasil ainda engatinha quando se fala em inclusão digital nas escolas públicas. Até o ano passado, das 143 mil instituições de Ensino Fundamental do país, cerca de 17 mil contavam com laboratórios de informática, segundo dados do Ministério da Educação (MEC). Porém cresce nas faculdades de Educação a preocupação em formar profissionais preparados para lidar teoricamente com a linguagem das novas mídias e seu significado nas salas de aula. É para apoiar projetos como esse que o filósofo italiano Pier Cesare Rivoltella, especialista em Mídia e Educação da Universidade Católica de Milão, na Itália, visita o Brasil com freqüência. Ele orienta pesquisas sobre a relação entre jovens e internet do Grupo de Pesquisa Educação e Mídia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), onde também dá aulas sobre Mídia e Educação, e acompanha pesquisas de mestrado na Universidade Federal de Santa Catarina.
Para Rivoltella, os meios de comunicação dão impulso à inovação do ensino. “É a troca da abordagem tradicional – baseada na fala do professor à frente da sala de aula – pelo uso de mídias que favoreçam o trabalho em grupo mais ativo, dinâmico e criativo em todas as disciplinas.” O especialista, que também forma docentes da rede pública italiana, ainda sente uma certa resistência cultural quando se fala em tecnologia na sala de aula. “Os professores não são formados para lidar com elas”, afirma. No Brasil, o cenário não é muito diferente. “As experiências, geralmente, são voltadas para o conhecimento técnico dos meios de comunicação, não o crítico.”
http://educarparacrescer.abril.com.br/gestao-escolar/entrevista-pier-cesare-rivoltella-402423.shtml
terça-feira, 21 de setembro de 2010
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
oi meninas... curso à vista!!!!
Dia: 23 de setembro de 2010
Período noturno
19h - Apresentação cultural e abertura
19h30m
Palestra: Alfabetização: novas contribuições da investigação psicogenética.
Professora Dra Telma Weisz - SP
Doutora em Psicologia Escolar e Desenvolvimento Humano – USP
Dia 24 de setembro de 2010
Período matutino
Mesa redonda: Alfabetização - pesquisas contemporâneas
8h30m - Professora Valéria Silva Ferreira – UNIVALI
09h - Professora Otília Lizete Heinig – FURB
09h30m - Debate
10h- Intervalo
10h30m Professora Maria Aparecida Lapa de Aguiar – UFSC
11h Professora Dalva Godoy – UDESC
11h30m Debate
Período vespertino
Mesa redonda: Alfabetização – práticas pedagógicas exitosas
Professores (as) alfabetizadores (as)
13h30m Professora Zulmar Barbosa - SME Tubarão - SC
14h Professora Cláudia Schiara de Medeiros Santos SME Florianópolis-SC
14h30m Professora Solange Aparecida de Oliveira Hoeller - UFSC
15h – Debate
15h30m - Intervalo
16h Professora Sandra Helena de Modesti Teixeira- REE – Florianópolis-SC
16h30m Professora Edite Maria Nicoleit. REE – Florianópolis-SC
17h – Professora Giani de Oliveira - RME – Joinville -SC
17h30m Simone Ballmann de Campos- Colégio Menino Jesus –Florianópolis - SC
Período noturno
Mesa redonda: Alfabetização: Metodologias e propostas curriculares em debate em debate
18h30m - Professora Sonia Lima Santos de Carvalho – Secretaria Municipal de Educação – Prefeitura Municipal de Florianópolis
19h Professora Vera Márcia Marques Santos – Centro de Educação a Distancia – UDESC e Secretaria Municipal de Educação de Florianópolis
19h30m Professor Isaac Ferreira – Gerencia do Ensino Fundamental - Secretaria Estadual de Educação
20h – Representante da Secretaria Municipal de Educação de São José
20h30m – Debate
21h Encerramento dos trabalhos
Local do Evento
Centro Multiuso de São José SC - Avenida Alciony de Souza Filho
(Beira Mar de São José)
Promoção:
Direção de Ensino de Graduação - FAED
Apoio
Secretaria Municipal de Educação de São José - SC


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